terça-feira, 29 de abril de 2014

Abuso de animais no comercio de pet shops




5 h
 

PROJETO DE LEI SOBRE PET SHOP: Projeto de lei por nós elaborado, apresentado na Câmara dos Vereadores de Fortaleza, proíbe venda de animais, salvo se em canis legalizados, ficando proibida a venda em pet shop's, praças, ruas, por falsos protetores de animais etc. Esperamos que referido PL seja aprovado nessa Casa Legislativa e após, sancionado pelo chefe do Poder Executivo Municipal, transformando-se em lei, a fim de acabar com essa exploração de animais por pessoas inescrupulosas.
É A UIPA EM AÇÃO!!!!!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

"CHUMBINHO" - ASSASSINO NUMERO 1 DE ANIMAIS

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16 de abril

CHUMBINHO -
COMO TENTAR SALVAR O ANIMAL ??? 



Os sinais de intoxicação podem ser: Salivação (baba), vômitos, diarreia, convulsão, inquietação ou prostração, tremores, descoordenação e fraqueza, pupilas contraídas, hemorragia nasal ou bucal etç. 
Vamos conhecer este veneno. 
O "chumbinho" é um agrotóxico a base de carbamato e vai agir no CÉREBRO. Ele é neurotóxico e inibe os "interruptores" do cérebro de desligarem. Acaba ficando tudo "ON" TZZZ TZZ curto circuito neural. Ele inibe a enzima acetilcolinesterase, que justamente desligaria o "interruptor". Tem neuroquímica envolvida então vamos ser simplistas. 
Primeiro de tudo corra pro VET, e lavagem gástrica urgente e se possível dar carvão ativado. Todos os sintomas físicos são pela ação no Cérebro então é lá que o Vet deve se concentrar. 
A Atropina vai estimular a acetilcolinesterase (desliga interruptor) e a função cerebral tende a normalizar. O veneno é também transformado no fígado então Acetilcisteina a 30mg/Kg seria muito bom como hepato detox. O veneno é 90% excretado pelo rim daí vai do VET decidir pelo soro, diuréticos etç. A dosagem de Atropina para humanos é sem miséria. Para animais pode chegar a 1 ampola de 0,25mg/ml para cada Kg do animal.(0,03mg/kg/dose, de 15/15 min) 

Se o animal fosse meu eu pediria sem miséria, mas isso é com o VET pessoal. O "trem" é forte (DL50=0,9), apenas 2 grânulos mata. Causar o vómito do animal com o cabo de escova de dente ou dedo no "meinho" da garganta, em casa, vai parar a absorção do veneno. Isto é para o "chumbinho" mas se for algum raticida coagulante ou outros venenos o VET vai se ligar. 

Espero ter ajudado.

Eng Alexandre G. Valente.
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Fontes de pesquisa e links Bibliográficos:

Antídoto - Atropina - Informações técnicas
http://www.medicinanet.com.br/conteudos/medicamentos-injetaveis/3345/atropina.htm

Toxicologia da UFRJ - RJ:
http://ltc.nutes.ufrj.br/toxicologia/mXII.chu.htm

Universidade Federal de Santa Maria -Centro de Ciências Rurais
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-84782007000400051&script=sci_arttext

Reportagem com Paulo Alex - Presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV ) - UOL
http://acritica.uol.com.br/noticias/manaus-amazonas-amazonia-Veneno-Anvisa-encontrado-Centro-chumbinho-perigo-saude-animais-meio_ambiente_0_869313069.html

Suplementação Detox : Bibliografia própria - A.G. Valente.L477SS

VAMOS VOLTAR AO TECAN


28/04/2014 09h26 - Atualizado em 28/04/2014 09h26

'Apenas um passo, vamos voltar', alerta ativista que organizou protesto

Grupo se reuniu em frente ao laboratório Tecam em São Roque (SP).
Apenas 20% dos que confirmaram presença compareceram ao local.

Jéssica Pimentel e Pedro Craveiro Do G1 Sorocaba e Jundiaí
2 comentários
Grupo protestou por aproximadamente quatro horas em frente ao Tecam (Foto: Jéssica Pimentel / G1)Grupo protestou por aproximadamente quatro horas em frente ao Tecam (Foto: Jéssica Pimentel / G1)


Os quase 200 manifestantes que reivindicaram por quase quatro horas na frente de um laboratório, em São Roque (SP) neste domingo (27), voltaram para casa sem animais nos braços, mas de acordo com uma das organizadoras do ato e também química, Adriana Khoury, o grupo pretende voltar ao local. “Essa ação foi só um passo, nós mostramos que estamos de olho nas irregularidades do local e vamos voltar. Foi só o pontapé inicial”, revela.

Além do fim do uso de animais em testes laboratoriais, os protetores cobram a fiscalização de uma lei estadual que proíbe essa prática. “Nós queremos a aprovação do governador e de deputados para que órgãos fiscalizem essa prática. Quem deveria ir aos laboratórios são os fiscais, mas já que não funciona, nós é quem vamos cobrar na porta dos 400 laboratórios ilegais desse país”, desabafa.

Segundo participantes de organizações não-governamentais que defendem os animais, o Tecam utiliza ratos, coelhos, camundongos e cobras como cobaias para testes de cosméticos. “Nós sabemos que eles utilizam animais e é por isso que vamos lutar até o fim para que essa crueldade pare”, conta outra ativista, que não quis se identificar.

Júlia Lanzarini luta pelos animais há anos e admite que se comove pela causa (Foto: Jéssica Pimentel / G1)Júlia Lanzarini luta pelos animais há anos.
(Foto: Jéssica Pimentel / G1)
Quem também participou do ato foi a cantora de São Paulo, Júlia Lanzarini. Em lágrimas, ela contou para o G1 que luta há mais de sete anos em defesa aos animais e que fica chocada ao saber que eles ainda são usados como testes. “Eu sinceramente tenho vergonha da minha espécie. No dia em que houver libertação animal haverá também libertação humana”, revela.

O laboratório Tecam informou que trabalha dentro da lei obedecendo todas as normas técnicas e éticas para o uso de animais em pesquisas, e que não existe nenhuma ilegalidade na utilização dos animais.

Manifestantes estão em frente ao laboratório (Foto: Pedro Craveiro/ G1)Manifestantes se reuniram em frente ao laboratório (Foto: Pedro Craveiro/ G1)

‘Menos de 20% dos confirmados’
Em uma rede social, mais de mil pessoas haviam confirmado presença no evento, que pretendia resgatar animais e encerrar as atividades do estabelecimento. No entanto, apenas cerca de duzentos manifestantes foram até o local.

No meio da semana passada, a direção do Tecam conseguiu uma liminar que impedia a invasão e obrigava a Polícia Militar a garantir a segurança do laboratório. Já no início da manifestação, um oficial de justiça apresentou o documento ao grupo. Por isso, quando o comboio de ônibus, carros e vans chegou ao local, PMs já estavam posicionados e evitaram a invasão.

O grupo se encontrou em uma praça no centro da cidade, e seguiu em comboio para o laboratório. O único momento tenso foi quando um grupo de encapuzados se postou em frente ao portão, com escudos de borracha improvisados, mas não houve confronto com a polícia.

Sem acesso ao interior do Tecam, os ativistas ficaram em frente ao local e o protesto foi pacífico. Os testes com animais em laboratórios foram o tema principal dos discursos, vindos de um carro de som. Eles também discursavam sobre o consumo de leite, carne e acessórios produzidos com couro ou pele de animais.

Manifestantes estão em frente ao laboratório (Foto: Pedro Craveiro/ G1)Manifestantes fizeram um bloqueio com escudos improvisados (Foto: Pedro Craveiro/ G1)

tópicos:

TECAN - QUANTA LOROTA ACOBERTANDO ILEGALIDADES!


27/04/2014 14h39 - Atualizado em 28/04/2014 11h38

Manifestantes protestam contra experiências com animais

Grupo com quase 200 pessoas está em frente ao laboratório Tecam.


Polícia monta esquema de segurança para impedir invasão em São Roque.

Jéssica Pimentel e Pedro Craveiro Do G1 Sorocaba e Jundiaí
70 comentários
Manifestantes estão reunidos em frente ao laboratório (Foto: Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal)Manifestantes estão reunidos em frente ao laboratório (Foto: Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal)
Um grupo com quase 200 ativistas está em frente ao laboratório Tecam em São Roque (SP), 59 km de São Paulo, para um protesto contra os testes farmacêuticos que estariam sendo realizados na unidade, que funciona na cidade. O movimento chamado de "Comboio Pela Vida", foi organizado por meio da redes sociais.

Policiais estão na frente do laboratório Tecam (Foto: Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal)Policiais estão na frente do laboratório Tecam 
(Foto:Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal)
Para garantir a segurança no local, pelo menos cinco viaturas com dez policiais estão posicionadas na entrada da área onde fica o laboratório. Seguranças particulares também estão presentes.

A maioria dos manifestantes saiu da capital paulista. Um comboio saiu do Masp, em São Paulo, por volta das 10h com destino a São Roque e se juntou a outros ativistas que vieram de outras regiões do Brasil. A assessora parlamentar Kátia Dietrich, que já participou do resgate de mais de 500 cachorros, veio de Curitiba (PR) com o marido para participar do ato. "Estamos lutando pela causa de não usarem animais como cobaias. Eles precisam de amor, casa e comida", afirma.

O deputado federal Ricardo Izar (PSD) também participa do ato. "Queremos tornar pública a luta em favor dos animais", ressalta.

Manifestante usa máscara (Foto: Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal) 
Manifestante usa máscara (Foto: Jéssica Pereira/Arquivo Pessoal)
Os ativistas afirmam ainda que não são contra a ciência, mas sim contra o teste em animais. Uma solução, segundo eles, seria os laboratórios utilizarem os produtos com o uso de computadores. Eles afirmam haver tecnologia para isso.

Os manifestantes saíram juntos da Praça da República, em São Roque. Eles seguiram em carros, ônibus com faixas e cartazes e em um trio elétrico ameaçando: "Se o Tecam não fechar, a gente vai entrar".

De acordo com uma das organizadoras do ato Adriana Greco, os ativistas querem a libertação dos animais. "Queremos o fim dos testes e vamos fazer isso em outros laboratórios", explica.

Uma equipe de televisão, que está cobrindo a manifestação, teria sido ameaçada por manifestantes encapuzados. Eles teriam sido impedidos de gravar e ofendidos com palavras de baixo calão e gestos obscenos.
Caso Royal
Essa não é a primeira vez que São Roque é alvo de manifestações a favor dos animais. No dia 18 de outubro de 2013, 178 beagles, sete coelhos e mais de 200 camundongos foram levados durante uma invasão ao Instituto Royal.

O laboratório era acusado de maltratar animais durante experimentos de produtos farmacêuticos. Além de levar os cachorros, os manifestantes também destruíram arquivos de pesquisas que estavam sendo realizadas.

Em novembro do mesmo ano, o instituto fechou, segundo nota oficial, por 'perdas irreparáveis'.
Com mato alto e portões trancados, o prédio que servia de sede do laboratório em São Roque foi encontrado totalmente abandonado neste mês de abril pela reportagem do G1. A diretoria da entidade foi procurada para comentar as atividades do laboratório seis meses após a invasão, mas ninguém quis se pronunciar alegando questões de segurança.

Investigação policial
A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Sorocaba (SP) está responsável por cuidar de dois inquéritos que foram instaurados para apurar o caso do Instituto Royal: um sobre a invasão e o outro, em conjunto com o Ministério Público, sobre as denúncias de maus-tratos.

De acordo com o delegado da DIG, José Urban Filho, os dois inquéritos devem ser concluídos em um prazo de 60 dias. Com relação aos crimes que cada uma das pessoas identificadas que participaram da invasão vai responder, o delegado explica que cada caso será avaliado individualmente, já que as pessoas tiveram participações diferentes, mas podem ser considerados os crimes de invasão de propriedade, depredação de patrimônio privado, receptação e furto dos animais.

Veja as imagens do protesto em São Roque. Clique aqui.

Grupo se reúne para protestar (Foto: Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal)Grupo se reúne para protestar (Foto: Jéssica Pereira/ Arquivo Pessoal)

tópicos:

Lost Dog Dora reunited with family after seven months!

Drones Over Dolphin Stampede and Whales off Dana Point and Maui

ASSIM TAMBEM SAO AS CASCAS QUE CARREGAMOS!

2 semanas atrásAnimais

Uma pessoa achou que isso era um monte de lixo. Eu nunca vi uma transformação como essa!

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Infelizmente, cachorros abandonados vagando pelas cidades estão ficando cada vez mais comum de serem vistos.
Algumas vezes uma alma caridosa leva esses animais desamparados para ONGs especializadas, mas o caso é muito preocupante.
A história que você está prestes a conhecer é justamente sobre esse assunto. A Sociedade Protetora dos Animais de Quebec (Canadá) encontrou esse cachorro que você vai ver logo abaixo perdido nas ruas da cidade.
Ele estava tão sujo que foi difícil reconhecer que era um animal. As imagens a seguir são chocantes.

Ele estava tão sujo, com os pelos todos enrolados, que parecia ser muito maior do que realmente era.

Cachorro perdido (1)

Mais de 50% de seu tamanho era apenas pelo sujo.

Cachorro perdido (2)

Então seus salvadores logo rasparam o pelo sujo e desagradável…

Cachorro perdido (3)

… e finalmente puderam ver o doce cãozinho que estava escondido sob a sujeira.

Cachorro perdido (4)

No começo ele estava um pouco assustado com a máquina…

Cachorro perdido (5)

… mas a limpeza fez um bem muito grande para ele.

Cachorro perdido (6)

Todo o processo valeu a pena!

Cachorro perdido (7)

No fim, ele se mostrou um animal completamente diferente do que foi encontrado.

Cachorro perdido (8)

Tenho certeza que ele ficou grato por todo carinho e afeto.

Cachorro perdido (9)
Se você encontrar algum cachorro perdido e abandonado como esse que você acabou de conhecer, entre em contato com a Associação Protetora dos Animais mais próxima.
Clique no botão abaixo e compartilhe esse resgate sensacional com seus amigos e familiares.

Os Animais Precisam de Voce, LUCY!

Cynthia, adorei a sua sugestão do blog. Li alguns dos seus artigos e fico feliz em poder dividir meus momentos virtuais trocando informações da mais alta relevância.

Sou bacharel em direito e quero fazer minha Pós em direito Ambiental. Mas o meu sonho é usar a minha formação 90% para a defesa dos animais. É por eles que me formei em direito, pois sempre fui cantora e vivi da música. Parei para poder fazer algo de concreto na vida em pró a vida dos inocentes. Sou vegetariana por eles e tenho orgulho de ama-los incondicionalmente.

Obrigada por me add, acredito que DEUS tenha me presenteado no mês do meu aniversário.

GRAVE PROBLEMA? SOLUCIONADO ESTA'!



CEMITERIO DE ANIMAIS - VOCE E' UM?


RUMO AO TECAM EM SAO ROQUE PELA PL777 GERALDO ALCKIMIN NAO REGULAMENTADA

RUMO AO TECAM - 27/04 - 
Na nossa chegada e em apenas 5 pessoas, do nada apareceram 6 viaturas com PMs armados de metralhadoras e entraram portão a dentro do TECAM. 
RUMO AO TECAM - 27/04 - Na nossa chegada e em apenas 5 pessoas do nada apareceram 6 viaturas com PMs armados de metralhadoras e entraram portão a dentro do TECAM. Fora essas 5 viaturas mais policiais chegaram ao local com motos e base móvel. Não nos intimidaram. O Tenente veio conversar conosco educadamente e informamos que a manifestação era pacífica. Emissoras de TV também estiveram no local. Em seguida chegou a carreata com o carro de som e os nobres ativistas. O Ricardo Izar - Deputado Federal esteve presente como combinado, dando mais credibilidade ao evento. Há muito a ser feito e eu gostaria de saber quem pagou a PM para permanecer armada de metralhadoras dentro de um laboratório privado. Já já mais fotos do evento pipocarão na rede. Quanto aos dirigentes do TECAM nem deram as caras. Porque nenhum membro do CONCEA comparece nos eventos e mostra aos manifestantes que serve para alguma merda?? A PL 777 não foi regulamentada e precisamos aprovar o PL 6602/2013. Eu apenas agradeço ter tido a oportunidade de falar no carro de som sobre o terrível sofrimento que os coelhos passam dentro daquele inferno e curiosamente a PM nos escutou e entendeu um pouco do porque de nossa mobilização. 

Alexandre G. ValenteFora essas 5 viaturas mais policiais chegaram ao local com motos e base móvel. Não nos intimidaram. O Tenente veio conversar conosco educadamente e informamos que a manifestação era pacífica. Emissoras de TV também estiveram no local. Em seguida chegou a carreata com o carro de som e os nobres ativistas. O Ricardo Izzar - Deputado Federal esteve presente como combinado, dando mais credibilidade ao evento. Há muito a ser feito e eu gostaria de saber quem pagou a PM para permanecer armada de metralhadoras dentro de um laboratório privado. Já já mais fotos do evento pipocarão na rede. 

Quanto aos dirigentes do TECAM nem deram as caras. Porque nenhum membro do CONCEA comparece nos eventos e mostra aos manifestantes que serve para alguma merda?? A PL 777 não foi regulamentada e precisamos aprovar o PL 6602/2013. 

Eu apenas agradeço ter tido a oportunidade de falar no carro de som sobre o terrível sofrimento que os coelhos passam dentro daquele inferno e curiosamente a PM nos escutou e entendeu um pouco do porque de nossa mobilização. 

Alexandre G. Valente

sábado, 26 de abril de 2014

AFINAL, QUEM É O ANIMAL IRRACIONAL?









DURANTE UMA TOURADA, O TOUREIRO SENTIU-SE MAL, TEVE TONTURAS E PRECISOU SENTAR-SE. ANTES QUE ALGUÉM INTERFERISSE, O TOURO, QUE ESTAVA SENDO AGREDIDO PELO TOUREIRO NESSE HORRÍVEL ESPETÁCULO, OBSERVE QUE O ANIMAL JÁ TINHA RECEBIDO DIVERSOS ESPETOS NO SEU DORSO.

APIEDOU-SE DO HOMEM, PAROU DIANTE DELE E PARA SURPRESA GERAL, SIMPLESMENTE FICOU A OLHAR PARA ELE.


O TOURO, COMO QUE SENTINDO O PROBLEMA, FOI SOLIDÁRIO E FICOU AO LADO DESSE HOMEM, SEM NENHUMA REAÇÃO DE VIOLÊNCIA.


NORMALMENTE UM SER HUMANO, NUMA SITUAÇÃO DESSAS, TERIA REAGIDO DE FORMA DIFERENTE. 


EU PERGUNTO: SERÁ MESMO QUE OS ANIMAIS, OS BICHOS, É QUE SÃO IRRACIONAIS?
AFINAL, QUEM É O ANIMAL IRRACIONAL?
Aqui está
Amigos, desde às 10h da manhã de hj, 25/04/14, me posicionei a favor da eutanásia. Não tornei pública minha opinião em respeito aos amigos Marco Ferreira e Denise Tavares porém os comuniquei pessoalmente do exposto. Confesso que só acordei agora, por força de todo o ocorrido na madrugada e fiquei surpreso com o teor das mensagens que vi, aduzindo que "o melhor interesse do cavalo estava sendo deixado de lado". Posso afirmar a todos que isso EM MOMENTO ALGUM OCORREU até porque muitos aqui sabem da minha opinião radical de que VAIDADE e PROTEÇÃO NÃO COMBINAM e quando elas se encontram, quem sofre é o animal. Ninguém buscou promoção de nada! Denise Almeida Deniseptavares não aparece em fotos e filmagens e tira do bolso mensalmente para ajudar animais, muito mais que muito órgão publico brasileiro. Marco Ferreira e Eduardo K. Pedrogam NÃO PRECISAM PROVAR NADA A NINGUÉM DENTRO DA PROTEÇÃO e eu, EU SOU UM FAKE, e muitos aqui jamais escutaram minha voz quiçá viram minha cara. Quero por último, asseverar que os envolvidos em momento algum esqueceram o sofrimento deste animal. A todo momento pressionamos o CCZ a ministrar a medicação necessária enquanto corríamos contra o tempo para alcançar êxito na questão. Por outro lado, monitoramos o animal a todo momento por telefone e pessoalmente, a ponto de 4 da manhã os amigos estarem em Tanguá e as 7 ficarem dentro do carro, dormindo, aguardando serem recebidos pela HDM em Japuíba. Respeito muito quem pediu a eutanásia, mas respeito muito tbm quem a combateu e buscou de todas as formas e com a responsabilidade, dedicação, empenho e respeito que o caso exigia, devolver ao animal o direito a vida, com recursos e esforços próprios, sem pedir doações a ninguém. Que o cavalo Valente descanse em paz e saiba que apesar de todo o sofrimento, foi subitamente alvo de preces, respeito, carinho e porque não amor, mesmo a distância, algo que talvez ele nunca tenha tido, de milhares de envolvidos no caso, que choraram, torceram e rezarem para este final feliz que não veio. Fica o legado de que a partir desse caso, CCZ não pode mais ser sinônimo de morte imediata. Agradeço a todos pela atenção durante esses dias e peço perdão pela falta de atenção a muitos que deixei sem resposta por estar mergulhado no caso. Boa noite!

quarta-feira, 23 de abril de 2014

ADOCAO NA BAIXADA

Orion

Ver todos os anúncios de projetovidanimal
OrionOrion

Descrição 

Sexo: macho
Idade: 03 meses
Cidade: Peruibe
UF: SP

informações sobre o animal

Orion é um dos irmãos que foram resgatados da beira do rio, onde corriam sério risco de se afogarem. Está com 3 meses, castrado, vacinado, vermifugado e microchipado. É um gatinho calmo, sociável com outros gatinhos. Está em Peruíbe, mas levamos até o adotante em São Paulo, ABC, Litoral e cidades próximas. Adoção apenas para apartamento telado ou casa sem acesso à rua.
Animal especial?: não

Contato

Contato com: Projeto Vida Animal
DDD: 13
E-mail: projetovidanimal@hotmail.com

terça-feira, 22 de abril de 2014

E NO BRASIL? PETS SAO OBJETOS DE CONSUMO... ESTRAGOU? CANSOU? JOGA FORA! PELA JANELA DO CARRO, NAS AUTOPISTAS...


França: lei deve tratar os animais como 'seres sencientes', não 'propriedade pessoal'

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FRANCA estatuto
Em uma atitude encorajadora, indicativa de uma mudança na forma como os animais não-humanos são considerados na sociedade, os legisladores de um comitê da Assembléia Nacional francesa votaram no início desta semana a favor da elevação oficial do estatuto jurídico dos animais, de mera "propriedade pessoal" para o de "ser senciente".

A lei ainda deve passar pelos plenários da Assembleia e do Senado, mas os ativistas dos direitos dos animais estão otimistas de que ela irá avançar, devido à linguagem antiquada usada ainda hoje na legislação. Nos termos da lei civil vigente, os animais recebem o mesmo tratamento que os objetos, informa o site
TheLocal.fr.

"O código civil, que é o fundamento da lei na França, considera que os animais não são diferentes de uma cadeira ou de uma mesa. Eles são vistos apenas como coisas", diz Reha Hutin, presidente da Fundação 30 Milhões de Amigos, que lançou uma petição para a mudança e obteve 700 mil assinaturas.

"Você pode ver o quão ridículo isso é.  Como podemos ensinar às crianças que um cão não é diferente de uma mesa?"

Os defensores da emenda para "conciliar a qualificação jurídica e o valor emocional" dos animais admitem que a mudança na legislação tem mais um valor simbólico, mas é, no entanto, muito significativo o fato de ter recebido o apoio esmagador do povo francês. De acordo com a Agência France-Presse, uma pesquisa apontou que 89% do cidadãos aprovam a mudança.

Desde 2009, o órgão executivo da União Europeia considera oficialmente animais seres sencientes no âmbito do Tratado de Lisboa, embora alguns governos nacionais estejam atrasados na atualização de suas leis para refletir isso.

Fonte: The Dodo

QUAIS INGREDIENTES FAZEM TANTO MAL `A SAUDE DOS GATOS? SERA QUE A ROYAL CANIN NAO SABE?

PROBLEMA COM A RAÇÃO DA ROYAL CANIN INTERFERINDO NA SAÚDE DO GATO

Royal Canin
São Paulo - SP Domingo, 11 de Agosto de 2013 - 17:23
PROBLEMA COM A RAÇÃO DA ROYAL CANIN INTERFERINDO NA SAÚDE DO GATO
Temos dois gatos, siameses, a Nanni de 11 anos e o Nick de 5 anos.
Três anos atrás, começamos a comprar as rações abaixo:

Ração Royal Canin Cat Premium Salmão Gatos 10kg
Ração Royal Canin Gatos Premium Adult Fígado Cerais

Com a Nanni, ela engordou muito, mal conseguia fazer a higienização diária dela.
O Nick começou a ter cistite constante, tendo que tomar antibióticos pelo menos duas vezes ao mês.

Mudamos então para a ração:


Ração Royal Canin Obesety

Onde o Nick não teve cistite e a Nanni emagraceu muito.

Achamos melhor trocar a ração pela de gato siamês, onde a Nanni voltou a comer normalmente, entretanto, vomitando e o Nick voltou a cistite.


Depois compramos a royal do gato siamês. O Nick continuou com a cistite e a Nanni vomitava todos os dias.


Por último, compramos a ração abaixo:

Ração Royal Canin Exigent 35/30 Gatos Adult 7,5kg

RESULTADO: Nanni com 1 quilo e trezentos gramas, sem comer, e o Nick sem comer.
Os dois só comiam o sachê INSTITCTIVE.

Qual o problema da ração de vês que quase levou minha gata a óbito?
O meu gato com constantes problemas de cistite?
Caso queriam ver o histórico de compras, entrar em contato com a Pet Center Marginal da Avenida Tancredo Neves.
Cliente: Jayro Santana Junior - CPF 176.843.578-24


Hoje, dia 11/08/2013, tivemos que comprar a ração Golden Gatos Frango, somente assim eles voltarão a comer.
Aguardo um retorno urgente.

Grato,
Avise outros consumidores: 
  

Resposta da empresa

Segunda-feira, 12 de Agosto de 2013 - 14:21
Boa tarde sr. Jayro, seu contato gerou o número de protocolo C-BRE-201308-00255 em nosso SAC.

Informamos que entramos em contato com o cliente e prestamos todos os esclarecimentos sobre a nossa linha de alimentos.

Reafirmamos nosso compromisso de estarmos à disposição através dos canais de atendimento:

SAC: 0800 703 55 88 (de segunda à sexta-feira, das 08:00h às 17:00h)
SAC Site: http://cadastro.royalcanin.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/royalcanindobrasil
Twitter: @royal_canin

A Royal Canin do Brasil agradece o contato.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

A liberdade de ser


Gosto da reflexão, gosto de mudança, não suporto inércia.. cotidiano... repetição. Quando adotei essa postura reflexiva e mutante... me vi mais próximo de mim mesmo e longe de todos. 

A postura do não conformismo, de não aceitar as coisas como estão, de não compartilhar mentiras para estar confortável, de não aceitar barreiras psicológicas que o sistema, religião, política e mídia te empurram.

Sou livre, até o fim...gostei da liberdade mental...mesmo que queiram cortar minhas asas, eu lhes digo, ideias não possuem asas, elas são as próprias asas...e o mais fantástico, não morrem.

Feliz por ser assim, mesmo na contra mão da pseudo felicidade terrena.

Jota Caballero

Abandono de jegues no Nordeste torna-se problema social


 

Fernando Gabeira

ESTAO ME AGUARRRRRRDANDO?


sexta-feira, 18 de abril de 2014

O DIREITO DE SER DIFERENTE

Objeção de Consciência, Desobediência Civil e Ação Direta

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Por Dr. phil. Sônia T. Felipe
​​Na filosofia política temos três conceitos ligados à luta pela justiça baseada na liberdade, na iguald​​ade e na busca da própria felicidade: o da objeção de consciência, o da desobediência civil e o da ação direta.

Nessa ordem considero o peso e o alcance de cada uma. A objeção de consciência é um direito individual, assegurado pela Constituição para resguardar a liberdade de expressão quando os conceitos ou concepções de uma cidadã ou de um cidadão estão configurados de modo que chocam com os conceitos gerais considerados comuns a todas as pessoas, quando de fato não o são.​​
Para dar um exemplo: veganos ou defensores dos direitos animais podem entrar com a objeção de consciência para não participarem das aulas de vivissecção em seus cursos universitários. Se a pessoa é de uma religião que não admite que se exerça qualquer ofício ou atividade não religiosa aos sábados, a pessoa pode alegar objeção de consciência e recusar-se a prestar aquele serviço nesse dia. Se uma pessoa pertence a uma religião que proíbe tocar em armas, ela pode alegar objeção de consciência​ e recusar-se a prestar o serviço militar. Cada caso é analisado com base nos direitos e deveres que a Constituição impõe e isso não é nada fácil de resolver, mas acaba sendo resolvido.

No caso da desobediência civil, a pessoa se recusa a fazer algo que todas as demais fazem, não para obter um benefício para si mesma, como no caso da objeção de consciência, mas para conscientizar o Estado e a sociedade civil que uma determinada prática institucional, por exemplo, o desmatamento de uma área de preservação para cultivo de grãos e cereais para sustentar animais que serão mortos para consumo humano, não combina com o restante dos princípios apregoados pela Constituição democrática, de defesa tanto dos animais quanto dos ecossistemas naturais. A desobediência civil é uma recusa de cumprir uma lei para com isso chamar a atenção da sociedade para um fato ou uma prática institucional que fere os princípios éticos, políticos ou democráticos do país no qual a pessoa que “desobedece civilmente” reside. A desobediência civil tem força quando o desobediente é uma pessoa respeitada na sociedade, com autoridade moral para chamar a solidariedade da sociedade para junto de si enquanto enfrenta a ira do Estado (podendo chegar a ser presa ou preso) por descumprir a lei. Mas vejam: o descumprimento da lei não pode trazer para a pessoa qualquer benefício, senão o peso moral de seu ato perde força junto à sociedade e frente à justiça

O primeiro caso de desobediência civil conhecido e registrado na história democrática foi o de Henry David Thoureau, autor do livro Walden, um cidadão norte-americano que se recusou a pagar os impostos anuais quando o coletor passou em sua casa para os recolher, porque decidiu que não financiaria mais com seus impostos o sistema escravagista norte-americano, porque a Constituição declarava que todos os homens eram iguais, entretanto, tratava os negros como não sendo da espécie humana. A pena para quem não pagasse impostos era a privação de liberdade. Thoureau se recusou a pagar e explicou ao coletor a razão.​ O coletor ficou na maior saia justa, porque Thoureau era um homem conhecidíssimo, amadíssimo e tinha amigos muito importantes. Como levar esse homem digno para a cadeia? Se não fizesse isso, ele, pobre coletor, perderia o emprego. Então, ordenou a prisão do escritor e filósofo e assim foi feito. Na noite em que passou na cadeia, Thoreau redigiu o texto “Desobedecendo”, traduzido no Brasil por Fernando Gabeira na década de 80. É o texto mais antigo, escrito no século XIX, sobre as razões que podem e devem levar um homem de bem a desobedecer a uma lei para chamar a atenção, não sobre si, nem para ganhar nada com isso, para alguma questão de ordem moral ou política que o Estado está acobertando, ou da qual ele se beneficia, contrariamente ao que ele mesmo reza em sua carta máxima: a Constituição.

A terceira figura é a da ação direta. Em uma democracia, supõe-se, nenhuma prática institucional deve violar os princípios democráticos assentados como pilares do regime político para reger as relações entre todos os cidadãos e cidadãs. Vou definir o que é uma prática institucional, para que o raciocínio possa ser bem acompanhado: é toda prática costumeira, organizada, prevista, conhecida e ordenada por leis com aprovação da sociedade e do Estado. Assim, a ação direta é uma intervenção para chamar a atenção da sociedade civil sobre esses costumes, mesmo que eles estejam amparados por lei. Para classificar uma ação como direta é preciso que a prática que ela visa abolir seja conhecida e aprovada por todos, não exatamente porque a prática seja algo bom, mas porque todo mundo ainda está convencido de que ela não tem mal nenhum ou mesmo é necessária (um mal necessário).

Mas, bem o sabemos, à medida que as pessoas se tornam mais e mais conscientes da qualidade e teor dos princípios que elas devem seguir para terem seus direitos guardados pelo Estado, elas também se dão conta de que muito do que é praticado no dia-a-dia contraria os princípios que essa sociedade apregoa como sendo seus pilares. Em outras palavras, ela se dá conta de que muita coisa, moralmente falando, é só da boca para fora, como era a igualdade norte-americana de todos os homens que deixava os homens negros de fora.

Se a igualdade é o princípio básico constitucional, tratar as pessoas desigualmente, por conta de seu sistema reprodutor, da quantidade de melanina na pele, da origem territorial, da religião, da sua expressão sexual, da sua renda familiar etc., são práticas preconceituosas que geram a distribuição injusta dos bens materiais e imateriais patrimônio e matrimônio dessa sociedade (é, porque não pertencem só aos homens, pertencem também às mulheres, ou não?).

Se a não-violência é um princípio moral que deve reger as relações dos humanos com o restante dos seres sencientes, então qualquer gesto que derrote a integridade, a saúde, a liberdade de ir e vir e a vida mesma de qualquer dos seres em apreço, humanos ou não-humanos, fere de morte a base da paz social.

Para os defensores dos direitos dos animais, o princípio da igualdade do direito à vida, à liberdade para expressar seu espírito de acordo com a singularidade da espécie animal na qual nasce e o não aprisionamento ou privação de quaisquer meios necessários a essa expressão são direitos de todos os animais, não apenas dos humanos.

Platão e Rousseau são dois filósofos políticos que reconheceram que uma república genuína e uma democracia genuína admitiriam os animais em igualdade de condições para viverem suas vidas compartilhando-as com os humanos, sem serem submetidos a quaisquer práticas institucionais que favoreçam os interesses dos humanos em detrimento de seus interesses.

Mas, e quando o resto da sociedade sequer parou para pensar que a questão dos animais não é mais uma questão confinada aos porões, não é mais uma questão confinada às baias, aos galpões de criação, aos laboratórios de experimentação, às jaulas dos circos e zoos, das fazendas de criação de peles, e sim uma questão ética à qual todos os humanos devem se antenar? É justo ou legítimo intervir diretamente para libertar os animais do confinamento ao qual estão condenados?

Se as pessoas não se interessam em defender os interesses dos outros, considerando que é suficiente que seus interesses pessoais não sejam pisados, os animais não-humanos continuam lá, sofrendo os terrores da vida que não se destina nunca a viver mas a morrer em dor e agonia. No entender de John Rawls, filósofo político que tratou da questão no livro Uma teoria da justiça, a desobediência civil não visa obter ganhos para si, e sim para o grupo que sofre a discriminação e a injustiça. Peter Singer também segue essa posição no livro Ética Prática.

A segunda exigência de uma ação desobediente genuína, é o ato desobediente servir para mostrar ao resto da sociedade, à justiça, aos políticos adormecidos no confinamento de seus gabinetes e redutos eleitorais, que está havendo uma contradição entre aquela prática institucionalizada e os princípios constitucionais em vigor, e que isso precisa ser corrigido. A desobediência civil deve vir acompanhada de outros atos de esclarecimento e educação, todos assegurados como direito pela constituição, atos esses que devem visar dar visibilidade à injustiça em questão e mobilizar a sociedade para o debate e a revisão de tal prática discriminatória e injusta até que ela seja abolida. Pode levar décadas até as desobediências surtirem o efeito desejado. A ação direta é uma espécie de boicote ativo que visa a abolição de uma prática, mas sem achar que a prática será abolida imediatamente, pois só é alvo de tais ações a prática verdadeiramente institucionalizada, quer dizer, a que tem raízes espalhadas por toda a cultura de consumo daquela sociedade.

O boicote passivo é o ato de recusar-se a agir quando sua ação resulta em algo do qual discordamos. Por exemplo, discordo de matar animais para servir de comida a humanos ou a outros animais. Não como nem compro carnes. Discordo de manter animais confinados a mim, pois isso implica em ter que matar animais, ou pagar para que outros os matem para dar de comer aos meus. Não possuo animal de estimação. Eles estão à volta da minha casa por gosto e em plena liberdade: pássaros, gambás, lagartos, ratos e gatos. Não concordo que animais tenham que ser escalpelados vivos. Não compro roupas que tenham pedações de peles de animais. Não concordo que coelhos e beagles sejam torturados com testes em produtos cosméticos. Não compro maquiagem nem cremes. Não concordo que animais aquáticos sejam aprisionados em aquários ou em parques para diversão de humanos. Não visito zoos nem aquários. Quando quero ver animais, olhos os filmes da BBC ou do Planeta Terra. E assim por diante. O boicote é a atitude de recusa de consumir animais, pois isso lhes custa a liberdade e encurta a vida, duas coisas que não desejo para mim. Mas o boicote pouco mexe com o sistema que institucionaliza tais práticas, a menos que ele seja uma ação coletiva. Daí, sim, tem uma força descomunal, porque parando o consumo, para a matança. A Bélgica acaba de triturar uma tonelada e meia de marfim, pondo fim ao direito de se comprar qualquer peça esculpida com a presa do elefante assassinato para extração dela. A forma direta e correta de acabar com a matança dos elefantes para suprir desejos triviais humanos, como ter um piano com teclas de marfim, um trono real de marfim, estátuas religiosas de marfim, joias de marfim etc.

A ação direta, por outro lado, é um ato de intervenção em uma determinada prática, resultando na impossibilidade de ela continuar a existir no momento seguinte no local onde a intervenção aconteceu. E, eis o nó da questão! Isso não leva à interrupção da prática em locais similares.
Defensores dos animais entram em um laboratório e resgatam de lá os animais usados em testes: ação direta de salvamento daqueles indivíduos. Defensores dos animais resgatam animais transportados para os abatedouros e os levam para santuários: ação direta de salvamento daqueles indivíduos. O resultado imediato dessas intervenções, obviamente, não é o fim dessas práticas em todos os lugares onde ela ocorre. O objetivo pode ser esse, mas o que resulta dessa ação direta ainda não o alcança.
O resultado imediato da ação direta é o salvamento daquele grupo de animais, a repercussão na mídia, o debate sobre o assunto sendo finalmente levantado, o ato sendo criticado ou aprovado, os argumentos sendo arrebanhados para sustentar a prática ou para sustentar sua abolição. E o que fica é mesmo um marco que provoca a discussão do assunto. Daquele momento em diante o modo de conceber os direitos dos animais sofre mudanças. Isso é o que a ação direta deve almejar.

Quem antes nunca havia pensado no assunto, agora pensa. Ou critica, ou apoia. Esse é o resultado mais palpável da ação direta. Se a grande imprensa se mostra indiferente a determinado assunto, se é imprensa chapa branca, só divulgando a mesmice que não interessa a não ser a quem obtém lucros com a inércia moral da sociedade de consumo, uma ação direta dá uma chacoalhada na desatenção jornalística para com os problemas éticos do nosso tempo. E se a ação direta não carreia violência, pouco a pouco o tema que ela põe na pauta de discussões passa a ser tratado. Então, sim, se pode começar a construir um novo modo de ver aquele conceito, e a prática institucional terá que ser revista.

Mas, e quanto aos riscos? Esses, sim, o ativista que escolhe a ação direta como estratégia militante tem a responsabilidade de calcular, porque o ato dele terá consequências não apenas morais, mas também desdobramentos políticos e repercussão social, além de riscos materiais. É nesse espelho, da avaliação dos impactos morais e dos riscos que as ações diretas precisam ser ordenadas. Caso contrário, serão apenas ações de vândalos, como a grande imprensa, na pressa habitual e atendendo às ordens dos patrões, seus anunciadores, costuma tachar os ativistas diretos, até prova em contrário.



perfil soniaSônia T. Felipe | felipe@cfh.ufsc.br
Sônia T. Felipe, doutora em Teoria Política e Filosofia Moral pela Universidade de Konstanz, Alemanha (1991), fundadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Violência (UFSC, 1993); voluntária do Centro de Direitos Humanos da Grande Florianópolis (1998-2001); pós-doutorado em Bioética - Ética Animal - Univ. de Lisboa (2001-2002). Autora dos livros, Por uma questão de princípios: alcance e limites da ética de Peter Singer em defesa dos animais (Boiteux, 2003); Ética e experimentação animal: fundamentos abolicionistas (Edufsc, 2006); Galactolatria: mau deleite (Ecoânima, 2012); Passaporte para o Mundo dos Leites Veganos (Ecoânima, 2012); Colaboradora nas coletâneas, Direito à reprodução e à sexualidade: uma questão de ética e justiça (Lumen & Juris, 2010); Visão abolicionista: Ética e Direitos Animais (ANDA, 2010); A dignidade da vida e os direitos fundamentais para além dos humanos (Fórum, 2008); Instrumento animal (Canal 6, 2008); O utilitarismo em foco (Edufsc, 2008); Éticas e políticas ambientais (Lisboa, 2004); Tendências da ética contemporânea (Vozes, 2000).
Cofundadora da Sociedade Vegana (no Brasil); colunista da ANDA (Questão de Ética) www.anda.jor.br; publica no Olhar Animal (www.pensataanimal.net); Editou os volumes temáticos da Revista ETHIC@,www.cfh.ufsc.br/ethic@ (Special Issues) dedicados à ética animal, à ética ambiental, às éticas biocêntricas e à comunidade moral. Coordena o projeto: Ecoanimalismo feminista, contribuições para a superação da discriminação e violência (UFSC, 2008-2014). Foi professora, pesquisadora e orientadora do Programa Interdisciplinar de Doutorado em Ciências Humanas e do Curso de Pós-graduação em Filosofia (UFSC, 1979-2008). É terapeuta Ayurvédica, direcionando seus estudos para a dieta vegana.
Link para C. Lattes:  http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4781199P4

TRANSGENICOS MATAM ABELHAS POLINIZADORAS E NOS ESCRAVIZAM A MONSANTO


Caros amigos,



Bilhões de abelhas estão morrendo, causando um desastre ambiental que ameaça a todos nós. Cada vez mais cientistas concordam que os pesticidas são os culpados, mas a indústria de produtos químicos está financiando pesquisas fraudulentas para dar aos políticos a desculpa que precisam para adiar ações necessárias. Se muitos de nós nos comprometermos com uma doação, poderemos lançar o primeiro estudo global popular e totalmente independente que finalmente desafiará essa indústria.


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Neste momento, bilhões de abelhas estão morrendo. Já não existem mais abelhas na Europa em número suficiente para polinizar nossas plantações. E, na Califórnia, o maior estado produtor de alimentos dos EUA, apicultores estão perdendo 40% da população de abelhas a cada ano.

Estamos em meio a um desastre ambiental que ameaça a todos. Isto porque, sem a polinização pelas abelhas, a maioria das plantas e ⅓ da produção de alimentos deixarão de existir.

Especialistas em todos os cantos do mundo estão denunciando os pesticidas tóxicos para as abelhas, e afirmam que estamos usando muito mais pesticidas do que precisamos em nossas plantações. No entanto, da mesma forma como agem as empresas de petróleo quanto às mudanças climáticas, a indústria de agrotóxicos, que produz e vende os pesticidas, está se valendo de estudos fraudulentos para questionar as evidências, dando aos políticos a desculpa que precisam para adiar ações necessárias.

Estudos científicos custam caro. A Avaaz talvez seja o único modelo de financiamento colaborativo capaz de arrecadar recursos suficientes para financiar o primeiro estudo global, popular e totalmente independente sobre as abelhas para descobrir o que está causando a sua morte e que poderá desafiar com precisão a ciência fajuta da indústria de pesticidas. É uma emergência, e se não conseguirmos fazer isto, não se sabe ao certo quem poderá. Vamos investir em um fundo global para salvar nossas abelhas.

Clique para fazer um compromisso de doação, e apenas processaremos sua contribuição se arrecadarmos o suficiente para criar a maior força-tarefa para enfrentar as empresas de produtos químicos:



Nosso tempo está se esgotando. Um novo estudo trouxe à tona uma verdade assustadora: em mais da metade dos países europeus não há mais abelhas em número suficiente para polinizar plantações. No Reino Unido, a população de abelhas é de apenas ¼ do necessário para a polinização. E, embora outros tipos de abelhas estejam sendo usadas para fazer o trabalho das abelhas polinizadoras, provavelmente vamos começar a perdê-las também se continuarmos a cobrir nossas plantações com pesticidas.

E tudo pode ter sido em vão: desde que os pesticidas foram introduzidos no mercado há 70 anos, descobrimos que alguns deles fazem mais mal do que bem quando se trata do cultivo de alimentos, pois eles eliminam os inimigos naturais das pragas. Pior ainda: com o tempo, muitas pragas se tornam imunes aos pesticidas, forçando os fazendeiros e agricultores a usar cada vez mais produtos químicos, envenenando a si mesmos no processo.

Tanto oficiais de agências governamentais quanto cientistas concordam que um conjunto de pesticidas usado com frequência nas plantações chamado de neoticotinóides está matando as abelhas. Mas as grandes empresas de produtos químicos, como Bayer e seus apoiadores, continuam a argumentar contra a regulamentação dos seus produtos usando pesquisas pagas com o próprio dinheiro que, segundo eles, mostram que os pesticidas não são necessariamente o motivo do declínio das populações de abelha. E esta estratégia tem funcionado: nos EUA, o mais novo campo de batalha sobre a proibição dos pesticidas mortais, o governo diz que não tem provas suficientes para justificar uma proibição. Se perdermos essa batalha nos EUA, a Europa pode ser a próxima e reverter a decisão que suspende temporariamente o uso destes produtos químicos perigosos.

Chegou a hora de acabar com este debate de uma vez por todas. Quando conseguirmos uma quantidade suficiente de compromissos de doação, a Avaaz vai financiar uma pesquisa feita por cientistas de alto renome para preencher as lacunas de conhecimento sobre a situação das abelhas. Em seguida, vamos nos unir a apicultores e organizações da sociedade civil locais em uma campanha global para salvar as abelhas, usando estratégias como:
  • Organizar uma visita de imprensa com nossa abelha gigante, o Bernie, e garantir que a pesquisa seja mostrada nos principais meios de comunicação do planeta;
  • Financiar pesquisas de opinião pública nos principais países agricultores para refutar a ideia de que comunidades agricultoras não podem sobreviver sem os pesticidas mortais;
  • Ir atrás das empresas de varejo para tirar os pesticidas do mercado. Isso já está acontecendo na Europa, mas vamos focar em supermercados e centros de jardinagem em todo planeta;
  • Campanhas intensas para forçar um projeto de lei que acaba com os pesticidas de abelhas, parado no congresso dos EUA, a ser aprovado de uma vez por todas;
  • Nomear e expor os responsáveis por promover o uso dos pesticidas de abelhas por meio de anúncios publicitários em outdoors e jornais;
  • Ações legais contra agências do governo que aprovaram o uso dos pesticidas neoticotinóides, apesar das evidências que provam ser o uso destes químicos tóxicos para as abelhas e uma série de outras criaturas.
As abelhas estão lutando contra uma máquina bilionária e muito bem organizada que vai fazer de tudo para garantir que o lucro das empresas farmacêuticas e de produtos químicos, e dos grandes agricultores, não seja atingido. Estabeleça um compromisso de doação para apoiar a nossa campanha para salvar as abelhas. A Avaaz apenas processará as doações se conseguirmos recursos suficientes para fazer a diferença:       
   
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Para doar outra quantia não listada acima, clique aqui.

Se as abelhas forem extintas, o mundo que deixaremos para nossos netos vai ser bem diferente: maçãs e amêndoas podem se tornar alimentos exóticos nos supermercados. Mas estamos progredindo na luta para proteger nossas preciosas polinizadoras. No ano passado, 2.4 milhões de membros da Avaaz foram parte de um movimento gigante na Europa que convenceu o parlamento europeu a proibir, por 2 anos, os piores químicos prejudiciais às abelhas. Se nosso movimento juntar forças para acabar com o falso debate que está congelando a ação dos nossos parlamentares, poderemos conseguir a proibição dos pesticidas em todo o mundo e acabar com a guerra química que tem sido feita contra as abelhas de uma vez por todas.

Com esperança e determinação,

Ricken, Mia, Emma, Allison, Christoph, Mais, Emily, Ian, Jeremy e toda a equipe da Avaaz


MAIS INFORMAÇÕES:

Efeitos dos agrotóxicos sobre as abelhas silvestres no Brasil (SEBRAE)
http://www.sebrae.com.br/setor/apicultura/efeitos_agrotoxicos_abelhas_silvestres_brasil1.pdf

Uma decisão europeia boa para as abelhas (Público)
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/uma-decisao-europeia-boa-para-as-abelhas-1614633

2 agrotóxicos mataram 4 milhões de abelhas em Gavião Peixoto, diz laudo (G1)
http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2014/02/2-agrotoxicos-mataram-4-milhoes-de-abelhas-em-gaviao-peixoto-diz-laudo.html

Governo mantém autorização para uso de agrotóxicos que podem afetar abelhas (UOL)
http://economia.uol.com.br/agronegocio/noticias/redacao/2013/12/05/governo-mantem-autorizacao-para-uso-de-agrotoxicos-que-podem-afetar-abelhas.htm

Sumiço das abelhas derruba exportações de mel do Brasil (Terra)
http://noticias.terra.com.br/ciencia/sumico-das-abelhas-derruba-exportacoes-de-mel-do-brasil,22c48c1f351f0410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html

Pesticida que mata abelhas também faz mal aos humanos, alerta agência europeia (Público)
http://www.publico.pt/ecosfera/noticia/pesticida-que-mata-abelhas-tambem-faz-mal-aos-humanos-alerta-agencia-europeia-1616623

Para evitar o sumiço das abelhas (Gazeta do Povo)
http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/meio-ambiente/conteudo.phtml?id=1395261

UE proíbe três pesticidas que matam as abelhas (Euronews)
http://pt.euronews.com/2013/04/29/ue-proibe-tres-pesticidas-que-matam-as-abelhas/




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