sábado, 10 de janeiro de 2015

POR AMOR A DEUS, ACUDAM!



Quero agradecer do fundo do meu coração a todos os amigos e amigas que estão sensibilizados nesse momento de grande dor.
Estou sem o meu Chiquinho.
Algumas pessoas podem se perguntar: “Mas por que tanto sofrimento?” 
Vamos lá:
Lembro de quando o resgatei na cracolândia. Cortaram o rabo dele com uma tesoura na minha frente. Iriam matá-lo. Trouxe ele desmaiado numa caixinha para minha casa. O ano era 2000.
Quando eu ficava triste, ele vinha me consolar com seus olhares de amor. Ficava em silêncio, me olhando, como quem sofresse junto. 
Um dia, quando fui diagnosticado com um câncer de pele malígno, o abracei, contei para ele apenas, e escondi de TODO mundo mesmo, sem exceção, durante 14 anos. (isso porque os médicos disseram que em 2 anos, eu poderia ter uma metástase partir).
Nos dois primeiros anos, chorava muito de madrugada, sozinho, em silêncio... não queria que a família soubesse... O abracei, e disse: “Chico, estou com medo...” Juro... Ví lágrimas em seus olhos de amor... Olhos negros, da cor de jabuticaba...
E quando eu perdi tudo, ainda nem existiam meus filhos, a Rousi, nada... Ele foi TUDO o que me restou... Minha roupa do corpo e... O Chiquinho... 

Então, certo dia, fiz uma música para ele, música essa que nunca consegui cantar sem chorar, motivo pelo qual não gravei... 

Ele era pequeno e pulava de sofá em sofá, tinha uma força descomunal para seu tamanho... Quando os filhos vieram, os filhos seguravam uma meia e o Chiquinho os arrastava pela casa... Me orgulhei do fato dele NUNCA, SEQUER ter mordido alguém, nem de levinho...

A letra da música era assim:

=========================== 

“Como é pequeno e cativante, vive para tudo amar, corre sempre de monte à monte esperando alguém chegar...
E quando chega, é muita festa, pula de lugar em lugar, quer beijar o céu, mesmo sem saber voar...
Branquinho como a neve, cinza como o vulcão... Não importa que é pequeno, o que importa é o coração...
No meu colo é um rei, em outro colo é quietinho, mas para quase todo mundo, ele é um lindo cachorrinho que encanta com lambidas, de amor e de carinho, como querendo dizer ao mundo:
Calma, eu sou pequenininho...
Veio do céu para alegrar... Em um beco me encontrar... Estava ali o seu destino, tudo pode neste lar, Meu destino é um menino que me embala a cantar, com vozinha de amor, que me envolve em carinho...
Somos dois neste mundinho, EU E VOCÊ, CHIQUINHO!

============================== 

E quando eu dava um pãozinho para ele, e ele não queria, ou ele enterrava embaixo de seu cobertorzinho para comer depois, ou ele levava até a Branca e dava na boca dela, como quem desse um presente...

Meu Chiquinho... Mano Chico... Cheio de tumores, e já ceguinho pela idade... Só queria um fim digno para você... Mas não sei se teremos tempo para nos encontrar. 
Só queria dizer... OBRIGADO por me fazer tão feliz... Um pequeno coração que construiu parte do homem que sou hoje...
Eduardo Roz Quero agradecer do fundo do meu coração a todos os amigos e amigas que estão sensibilizados nesse momento de grande dor.
Estou sem o meu Chiquinho.
Algumas pessoas podem se perguntar: “Mas por que tanto sofrimento?” 
Vamos lá:
Lembro de quando o resgatei na cracolândia. Cortaram o rabo dele com uma tesoura na minha frente. Iriam matá-lo. Trouxe ele desmaiado numa caixinha para minha casa. O ano era 2000.
Quando eu ficava triste, ele vinha me consolar com seus olhares de amor. Ficava em silêncio, me olhando, como quem sofresse junto. 
Um dia, quando fui diagnosticado com um câncer de pele malígno, o abracei, contei para ele apenas, e escondi de TODO mundo mesmo, sem exceção, durante 14 anos. (isso porque os médicos disseram que em 2 anos, eu poderia ter uma metástase partir).
Nos dois primeiros anos, chorava muito de madrugada, sozinho, em silêncio... não queria que a família soubesse... O abracei, e disse: “Chico, estou com medo...” Juro... Ví lágrimas em seus olhos de amor... Olhos negros, da cor de jabuticaba...
E quando eu perdi tudo, ainda nem existiam meus filhos, a Rousi, nada... Ele foi TUDO o que me restou... Minha roupa do corpo e... O Chiquinho... 

Então, certo dia, fiz uma música para ele, música essa que nunca consegui cantar sem chorar, motivo pelo qual não gravei... 

Ele era pequeno e pulava de sofá em sofá, tinha uma força descomunal para seu tamanho... Quando os filhos vieram, os filhos seguravam uma meia e o Chiquinho os arrastava pela casa... Me orgulhei do fato dele NUNCA, SEQUER ter mordido alguém, nem de levinho...

A letra da música era assim:

=========================== 

“Como é pequeno e cativante, vive para tudo amar, corre sempre de monte à monte esperando alguém chegar...
E quando chega, é muita festa, pula de lugar em lugar, quer beijar o céu, mesmo sem saber voar...
Branquinho como a neve, cinza como o vulcão... Não importa que é pequeno, o que importa é o coração...
No meu colo é um rei, em outro colo é quietinho, mas para quase todo mundo, ele é um lindo cachorrinho que encanta com lambidas, de amor e de carinho, como querendo dizer ao mundo:
Calma, eu sou pequenininho...
Veio do céu para alegrar... Em um beco me encontrar... Estava ali o seu destino, tudo pode neste lar, Meu destino é um menino que me embala a cantar, com vozinha de amor, que me envolve em carinho...
Somos dois neste mundinho, EU E VOCÊ, CHIQUINHO!

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E quando eu dava um pãozinho para ele, e ele não queria, ou ele enterrava embaixo de seu cobertorzinho para comer depois, ou ele levava até a Branca e dava na boca dela, como quem desse um presente...

Meu Chiquinho... Mano Chico... Cheio de tumores, e já ceguinho pela idade... Só queria um fim digno para você... Mas não sei se teremos tempo para nos encontrar. 
Só queria dizer... OBRIGADO por me fazer tão feliz... Um pequeno coração que construiu parte do homem que sou hoje...
Eduardo Roz
Quero agradecer do fundo do meu coração a todos os amigos e amigas que estão sensibilizados nesse momento de grande dor.
Estou sem o meu Chiquinho.
Algumas pessoas podem se perguntar: “Mas por que tanto sofrimento?” 
Vamos lá:
Lembro de quando o resgatei na cracolândia. Cortaram o rabo dele com uma tesoura na minha frente. Iriam matá-lo. Trouxe ele desmaiado numa caixinha para minha casa. O ano era 2000.
Quando eu ficava triste, ele vinha me consolar com seus olhares de amor. Ficava em silêncio, me olhando, como quem sofresse junto. 
Um dia, quando fui diagnosticado com um câncer de pele malígno, o abracei, contei para ele apenas, e escondi de TODO mundo mesmo, sem exceção, durante 14 anos. (isso porque os médicos disseram que em 2 anos, eu poderia ter uma metástase partir).
Nos dois primeiros anos, chorava muito de madrugada, sozinho, em silêncio... não queria que a família soubesse... O abracei, e disse: “Chico, estou com medo...” Juro... Ví lágrimas em seus olhos de amor... Olhos negros, da cor de jabuticaba...
E quando eu perdi tudo, ainda nem existiam meus filhos, a Rousi, nada... Ele foi TUDO o que me restou... Minha roupa do corpo e... O Chiquinho... 

Então, certo dia, fiz uma música para ele, música essa que nunca consegui cantar sem chorar, motivo pelo qual não gravei... 

Ele era pequeno e pulava de sofá em sofá, tinha uma força descomunal para seu tamanho... Quando os filhos vieram, os filhos seguravam uma meia e o Chiquinho os arrastava pela casa... Me orgulhei do fato dele NUNCA, SEQUER ter mordido alguém, nem de levinho...

A letra da música era assim:

=========================== 

“Como é pequeno e cativante, vive para tudo amar, corre sempre de monte à monte esperando alguém chegar...
E quando chega, é muita festa, pula de lugar em lugar, quer beijar o céu, mesmo sem saber voar...
Branquinho como a neve, cinza como o vulcão... Não importa que é pequeno, o que importa é o coração...
No meu colo é um rei, em outro colo é quietinho, mas para quase todo mundo, ele é um lindo cachorrinho que encanta com lambidas, de amor e de carinho, como querendo dizer ao mundo:
Calma, eu sou pequenininho...
Veio do céu para alegrar... Em um beco me encontrar... Estava ali o seu destino, tudo pode neste lar, Meu destino é um menino que me embala a cantar, com vozinha de amor, que me envolve em carinho...
Somos dois neste mundinho, EU E VOCÊ, CHIQUINHO!

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E quando eu dava um pãozinho para ele, e ele não queria, ou ele enterrava embaixo de seu cobertorzinho para comer depois, ou ele levava até a Branca e dava na boca dela, como quem desse um presente...

Meu Chiquinho... Mano Chico... Cheio de tumores, e já ceguinho pela idade... Só queria um fim digno para você... Mas não sei se teremos tempo para nos encontrar. 
Só queria dizer... OBRIGADO por me fazer tão feliz... Um pequeno coração que construiu parte do homem que sou hoje...
 Quero agradecer do fundo do meu coração a todos os amigos e amigas que estão sensibilizados nesse momento de grande dor.
Estou sem o meu Chiquinho.
Algumas pessoas podem se perguntar: “Mas por que tanto sofrimento?” 
Vamos lá:
Lembro de quando o resgatei na cracolândia. Cortaram o rabo dele com uma tesoura na minha frente. Iriam matá-lo. Trouxe ele desmaiado numa caixinha para minha casa. O ano era 2000.
Quando eu ficava triste, ele vinha me consolar com seus olhares de amor. Ficava em silêncio, me olhando, como quem sofresse junto. 
Um dia, quando fui diagnosticado com um câncer de pele malígno, o abracei, contei para ele apenas, e escondi de TODO mundo mesmo, sem exceção, durante 14 anos. (isso porque os médicos disseram que em 2 anos, eu poderia ter uma metástase partir).
Nos dois primeiros anos, chorava muito de madrugada, sozinho, em silêncio... não queria que a família soubesse... O abracei, e disse: “Chico, estou com medo...” Juro... Ví lágrimas em seus olhos de amor... Olhos negros, da cor de jabuticaba...
E quando eu perdi tudo, ainda nem existiam meus filhos, a Rousi, nada... Ele foi TUDO o que me restou... Minha roupa do corpo e... O Chiquinho... 

Então, certo dia, fiz uma música para ele, música essa que nunca consegui cantar sem chorar, motivo pelo qual não gravei... 

Ele era pequeno e pulava de sofá em sofá, tinha uma força descomunal para seu tamanho... Quando os filhos vieram, os filhos seguravam uma meia e o Chiquinho os arrastava pela casa... Me orgulhei do fato dele NUNCA, SEQUER ter mordido alguém, nem de levinho...

A letra da música era assim:

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“Como é pequeno e cativante, vive para tudo amar, corre sempre de monte à monte esperando alguém chegar...
E quando chega, é muita festa, pula de lugar em lugar, quer beijar o céu, mesmo sem saber voar...
Branquinho como a neve, cinza como o vulcão... Não importa que é pequeno, o que importa é o coração...
No meu colo é um rei, em outro colo é quietinho, mas para quase todo mundo, ele é um lindo cachorrinho que encanta com lambidas, de amor e de carinho, como querendo dizer ao mundo:
Calma, eu sou pequenininho...
Veio do céu para alegrar... Em um beco me encontrar... Estava ali o seu destino, tudo pode neste lar, Meu destino é um menino que me embala a cantar, com vozinha de amor, que me envolve em carinho...
Somos dois neste mundinho, EU E VOCÊ, CHIQUINHO!

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E quando eu dava um pãozinho para ele, e ele não queria, ou ele enterrava embaixo de seu cobertorzinho para comer depois, ou ele levava até a Branca e dava na boca dela, como quem desse um presente...

Meu Chiquinho... Mano Chico... Cheio de tumores, e já ceguinho pela idade... Só queria um fim digno para você... Mas não sei se teremos tempo para nos encontrar. 
Só queria dizer... OBRIGADO por me fazer tão feliz... Um pequeno coração que construiu parte do homem que sou hoje...
Eduardo Roz
 Eduardo Roz adicionou 5 novas fotos — com Rousilene Gomes Da Silva.
Quero agradecer do fundo do meu coração a todos os amigos e amigas que estão sensibilizados nesse momento de grande dor.
Estou sem o meu Chiquinho.
Algumas pessoas podem se perguntar: “Mas por que tanto sofrimento?”
Vamos lá:
Lembro de quando o resgatei na cracolândia. Cortaram o rabo dele com uma tesoura na minha frente. Iriam matá-lo. Trouxe ele desmaiado numa caixinha para minha casa. O ano era 2000.
Quando eu ficava triste, ele vinha me consolar com seus olhares de amor. Ficava em silêncio, me olhando, como quem sofresse junto.
Um dia, quando fui diagnosticado com um câncer de pele malígno, o abracei, contei para ele apenas, e escondi de TODO mundo mesmo, sem exceção, durante 14 anos. (isso porque os médicos disseram que em 2 anos, eu poderia ter uma metástase partir).
Nos dois primeiros anos, chorava muito de madrugada, sozinho, em silêncio... não queria que a família soubesse... O abracei, e disse: “Chico, estou com medo...” Juro... Ví lágrimas em seus olhos de amor... Olhos negros, da cor de jabuticaba...
E quando eu perdi tudo, ainda nem existiam meus filhos, a Rousi, nada... Ele foi TUDO o que me restou... Minha roupa do corpo e... O Chiquinho...

Então, certo dia, fiz uma música para ele, música essa que nunca consegui cantar sem chorar, motivo pelo qual não gravei...
Ele era pequeno e pulava de sofá em sofá, tinha uma força descomunal para seu tamanho... Quando os filhos vieram, os filhos seguravam uma meia e o Chiquinho os arrastava pela casa... Me orgulhei do fato dele NUNCA, SEQUER ter mordido alguém, nem de levinho...
A letra da música era assim:
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“Como é pequeno e cativante, vive para tudo amar, corre sempre de monte à monte esperando alguém chegar...
E quando chega, é muita festa, pula de lugar em lugar, quer beijar o céu, mesmo sem saber voar...
Branquinho como a neve, cinza como o vulcão... Não importa que é pequeno, o que importa é o coração...
No meu colo é um rei, em outro colo é quietinho, mas para quase todo mundo, ele é um lindo cachorrinho que encanta com lambidas, de amor e de carinho, como querendo dizer ao mundo:
Calma, eu sou pequenininho...
Veio do céu para alegrar... Em um beco me encontrar... Estava ali o seu destino, tudo pode neste lar, Meu destino é um menino que me embala a cantar, com vozinha de amor, que me envolve em carinho...
Somos dois neste mundinho, EU E VOCÊ, CHIQUINHO!
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E quando eu dava um pãozinho para ele, e ele não queria, ou ele enterrava embaixo de seu cobertorzinho para comer depois, ou ele levava até a Branca e dava na boca dela, como quem desse um presente...
Meu Chiquinho... Mano Chico... Cheio de tumores, e já ceguinho pela idade... Só queria um fim digno para você... Mas não sei se teremos tempo para nos encontrar.
Só queria dizer... OBRIGADO por me fazer tão feliz... Um pequeno coração que construiu parte do homem que sou hoje...
Obrigado, filho do meu coração... Obrigado, Chiquinho!
Eduardo Roz
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Última Pista, foi que ele foi visto no temporal de granizo preso á um carro através de um fio de eletricidade amarrado no pescoço, e que quando passou o temporal, foi libertado, mas ainda estava com o fio no pescoço... Outro morador relatou um grupinho de crianças que ficava rodando o fio, fazendo-o rolar, até que foram repreendidos e o Chico fugiu.
Houve uma pane eletrônica em meu portão que abriu sozinho, o Chico saiu para fazer xixi, e um morador da região amarrou um fio em seu pescoço e foi andando cerca de um quilômetro acima da minha casa para perguntar a uma mulher se era dela. Como a resposta foi negativa, ao invés dele soltar onde achou, levou mais uns metros adiante e o largou do jeito que estava. O Chico é ceguinho pela idade, e não soube voltar.
Ele está na região de São Matheus, nas redondezas da avenida Mateo Bei, Ângelo Malanga, André de Almeida, Rua Carlos Vivaldi, Praça do Colonial, Avenida Ragueb Choffi.
Gratifica-se quem achar o Chico.
Resgato cachorro há mais de 20 anos. Nunca imaginei passar por isso.
Meus telefones:
11 2211-4307
11 97995-5992
Ele está na região, deve ter sido acolhido por alguma família...
Desapareceu dia 07 de janeiro, de 2015.
Conto com o compartilhamento dos amigos...